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Backlog e a Gestão da Manutenção de ativos industriais

8 de setembro de 2022
Backlog e a Gestão da Manutenção de ativos industriais

Quer entender sobre a aplicação de backlog na manutenção? Vamos lá!

Uma das preocupações recorrentes de um gestor de manutenção é saber calcular e executar uma hora homem (Hh) de trabalho, sempre levando em consideração toda a necessidade da planta industrial que cuida.

Além disso, é extremamente relevante que quem programa o plano de manutenção leve em consideração a carga de trabalho futura que deve ser detalhada em Ordens de Serviços – OS’s e as necessidades de cada serviço.

Esse processo é uma premissa básica para calcular ou entender o Backlog na gestão da manutenção.

Se você ainda não conhece, o backlog, ele é um indicador muito relevante para a gestão da manutenção, pois, contribui para análises, tomada de decisão e determina se os recursos necessários para a prestação de serviços são suficientes ou não.

Quando falamos em BACKLOG estamos falando de todo o volume de serviços já devidamente planejados e programados a serem executados, ou seja, as OS’s abertas que aguardam atendimento, incluindo as manutenções realizadas e OS’s não fechadas no sistema.

O gestor, ao identificar muitas OS’s abertas no sistema na etapa de planejamento, precisa estimar todos os recursos e materiais, serviços e hora homem, sendo esse é um dos passos mais importantes: o PLANEJAMENTO.

Neste momento, o planejador precisa se certificar de que a mão de obra estará disponível, assim como a unidade disponível para parar.

Imagine em um determinado mês 5 colaboradores saem de férias e essa informação não chega ao conhecimento do planejador? O impacto no Backlog será inevitável.

Programação e estoque impactam o backlog

Cabe ao planejamento também certificar-se que os materiais estarão disponíveis, que a parada do ativo já está alinhada com a produção, do contrário, colocaremos na programação uma incerteza que impactará o Backlog. 

Em relação ao detalhamento da OS é fundamental para o êxito da execução dos serviços e devida estratificação da necessidade de Hh.

Ao controlarmos esse indicador temos a condição de avaliar se temos Hh suficiente para execução de todas as atividades de manutenção planejadas, se medirmos por dia em quantos dias finalizaremos as manutenções.

Interessante separarmos por especialidades (Mecânica, Elétrica, Inspeções, entre outros) desta forma, teremos a visão macro de toda a necessidade e estratégias para agirmos visando menores impactos na execução.

Esse é um dos principais indicadores que nos dá subsídios para análises e tomada de decisão estratégica, além obviamente de interferir em outros indicadores como disponibilidade, confiabilidade, MTTR e outros.

Precisamos nos atentar, afinal, não fará sentido mensurar esporadicamente esse indicador, o acompanhamento se faz necessário de maneira contínua, o backlog é um indicador que deve ser calculado mês a mês, ou em alguns casos dependendo do volume quinzenalmente para que exista um acompanhamento da necessidade x disponibilidade de Hh ou quantidade de dias necessários para que as execuções sejam realizadas e as OS’s finalizadas.

Confira o exemplo abaixo:

Como mencionado o Backlog pode ser medido em Hh ou em dias.

DynaPredict e o Backlog

A solução DynaPredict através do módulo DynaSens de inspeção sensitiva atua diretamente no apontamento da matriz de priorização das atividades mapeadas no backlog (lista de atividades a serem executadas) pelo time de manutenção, cruzando dados de criticidade do ativo, planta e plano de manutenção.

Entre em contato e saiba mais sobre nosso sistema de manutenção preditiva, sensitiva e integrada.

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